Clima e Melhor Época
Ao visitar Lhasa, no Tibete, o clima é um fator crucial a ser considerado. Lhasa é uma cidade de alta altitude, a 3650 metros, com clima frio e árido, alta radiação UV e ar rarefeito durante todo o ano.
Os verões (junho a agosto) não são quentes, mas as temperaturas diurnas rondam os 20-25°C e as noites são muito mais frias; contudo, as chuvas de julho e agosto passam rapidamente, deixando o céu ensolarado.
Os invernos (dezembro a fevereiro) são muito frios e secos, com temperaturas diurnas em torno de 0 a 8 °C e noturnas bem abaixo de zero. A melhor época para visitar o Tibete e Lhasa é a primavera (abril a junho) e o outono (setembro a outubro), pois há céu limpo, dias amenos e noites frescas.
As temperaturas podem chegar a 20 °C durante o dia e a quase zero grau durante a noite. A baixa umidade significa que os turistas devem levar roupas em camadas, proteção solar (chapéu, óculos de sol, protetor solar) e hidratante.
Lugares sombreados ou mesmo as noites são frias, mesmo no verão. A água evapora muito rápido, e é importante manter-se hidratado. Mesmo durante a primavera, pode nevar em trechos de alta altitude sem aviso prévio.
Em suma, a primavera e o outono são as melhores épocas para visitar o Tibete e Lhasa, pois oferecem as melhores opções de passeios turísticos, fotografia e cultura para aqueles que desejam ter uma experiência confortável e visualmente enriquecedora no Tibete e em Lhasa.
Dificuldade e mal de altitude
A dificuldade da excursão Tibet Lhasa é fácilNão há longas caminhadas nem subidas íngremes, e todos os passeios turísticos são feitos em Lhasa ou nos arredores. A maior parte do tempo é gasta caminhando alguns quilômetros por terrenos relativamente planos, com algumas subidas de escadas no Palácio de Potala e nos mosteiros.
O maior problema é a altitude elevada: mesmo sintomas leves de mal de altitude, como dor de cabeça, náusea, fadiga ou tontura, podem se manifestar já no primeiro dia a 3,650 metros acima do nível do mar.
Para contornar isso, o roteiro incluirá um período de aclimatação na chegada. Recomenda-se aos viajantes que caminhem devagar, respirem fundo e façam pausas frequentes. Levar água e lanches ajudará a manter a energia, enquanto beber o tradicional chá tibetano com manteiga contribuirá para a hidratação e o fornecimento de calorias.
Os sintomas podem ser prevenidos com medicamentos para altitude vendidos sem receita médica, como a acetazolamida, embora seja recomendável consultar um médico.
O ritmo é importante, pois caminhar em subidas ou usar escadas é mais cansativo do que ao nível do mar. A maioria dos viajantes com um condicionamento físico básico, ou seja, aqueles que conseguem caminhar alguns quilômetros e subir escadas com dificuldade moderada, se adaptam ao longo do segundo dia. Paciência, cooperação e um ritmo adequado ajudarão todos a aproveitar o restante da excursão ao Tibete e Lhasa com conforto e segurança.
Seguro, Visto e Autorizações
A excursão ao Tibete e Lhasa exige seguro de viagem, vistos e autorizações. O seguro deve cobrir cancelamento da viagem, tratamento médico e evacuação de emergência, principalmente em altitudes elevadas. O sistema de saúde tibetano é limitado; problemas graves só podem ser resolvidos com evacuação para Katmandu ou outras cidades, a um custo elevado.
A cobertura para grandes altitudes deve estar prevista nas apólices, e o transporte aéreo de emergência também é incentivado; no mínimo, deve haver US$ 100,000 em caso de evacuação médica.
Todo estrangeiro precisa ter um visto de turista chinês e uma Permissão de Viagem ao Tibete (Permissão de Entrada no Tibete). O pacote turístico da Glory Adventure inclui o processamento do visto chinês através da Embaixada da China, geralmente em Katmandu.
Os viajantes normalmente solicitam um visto de turista chinês padrão (L), que é um visto de entrada única, mas é apresentado com bastante antecedência, geralmente em Katmandu, e a Permissão de Viagem ao Tibete é providenciada pela agência assim que o visto for aprovado.
Os documentos necessários são um passaporte com validade de pelo menos 6 meses e fotos recentes para o visto. Há uma taxa adicional (acima de 90 dólares) para vistos chineses para cidadãos dos EUA e do Canadá. O tempo de processamento do visto para estrangeiros pode variar de 4 a 6 semanas, dependendo da nacionalidade; portanto, recomenda-se chegar a Katmandu com pelo menos 3 a 4 semanas de antecedência.
A Glory Adventure garante que todas as licenças e documentos sejam tratados de forma eficiente. Será necessário levar cópias de vistos, licenças e documentos de seguro.
Um bom planejamento é a maneira mais segura de garantir uma viagem tranquila a Lhasa, no Tibete, onde os turistas podem se concentrar na cultura e nos passeios turísticos, e não na burocracia.
Saúde & Segurança
A viagem a Lhasa, no Tibete, depende muito da saúde e da segurança, visto que Lhasa está a uma altitude de 3,650 metros. Nos primeiros dias, recomenda-se que o viajante leve bastante água engarrafada para se manter hidratado e evite álcool e cafeína em excesso. A alimentação deve ser leve e vegetais crus devem ser evitados, pois a água local não é potável sem tratamento.
Lhasa costuma ser um destino turístico bastante seguro, sendo os crimes violentos extremamente raros, assim como os pequenos furtos, que ocorrem apenas ocasionalmente; é importante manter os pertences trancados e seguir todos os conselhos dos guias.
A altitude elevada expõe a pele a muito sol, sendo necessário o uso de chapéu, protetor solar e óculos de sol. No verão, é preciso agasalhar-se bem, pois a sensação térmica e as temperaturas noturnas podem ser baixas.
Os sintomas de mal de altitude leve (dor de cabeça, náusea ou tontura) podem aparecer com frequência e exigem repouso imediato. Leve alguns medicamentos básicos, como analgésicos e comprimidos para altitude, para tê-los à mão.
Os serviços de saúde são limitados e pode haver falta de profissionais que falem inglês nos hospitais de Lhasa; por isso, é aconselhável viajar em grupo com um guia. Respeite as leis e os costumes locais – não fotografe instalações militares e vista-se adequadamente nos templos. Seguindo essas dicas, a sua viagem ao Tibete, em Lhasa, será segura e agradável.
Transporte
O Tour Tibete-Lhasa oferece transporte confortável, seguro e privativo. A viagem inclui um voo de 1 hora e 30 minutos pela Tibet Airlines ou Air China entre Katmandu e Lhasa. O Himalaia possui paisagens deslumbrantes que podem ser apreciadas durante voos diurnos, com montanhas nevadas e planaltos elevados.
No aeroporto de Gonggar, os viajantes são levados para a cidade de Lhasa em uma van ou microônibus particular, em uma viagem de aproximadamente 2 horas por estradas pavimentadas e bem conservadas, com belas paisagens montanhosas ao fundo.
Durante a excursão, todos os traslados, incluindo os passeios turísticos, serão feitos em carro particular com motorista treinado; os passeios turísticos terão duração de menos de 20 a 30 km.
Os carros serão modernos, limpos e equipados com cintos de segurança; durante o inverno, haverá cobertores e aquecedores disponíveis. Todos os traslados do aeroporto e transporte local estão incluídos, tornando a viagem fácil e sem preocupações.
O guia turístico auxilia no reagendamento em caso de atrasos de voos devido ao clima, o que é muito raro. Não há necessidade de trens ou ônibus para longas distâncias, permitindo que os viajantes aproveitem mais tempo explorando a cultura local. Em resumo, o transporte no Tour Tibete-Lhasa é confortável, seguro e conveniente, proporcionando uma experiência relaxante e memorável.
Suas despesas extras
O pacote turístico Tibet Lhasa inclui a maior parte da logística, mas os viajantes devem estar preparados para despesas pessoais. O café da manhã está incluído, e o almoço e o jantar deverão ser pagos em restaurantes locais, com o custo aproximado de US$ 10 a US$ 20 em restaurantes de preço médio e mais caro em restaurantes sofisticados.
Chá ou café engarrafados são bebidas adicionais; outros hotéis cobram por água mineral ou fervida. Dar gorjeta é comum, sendo recomendado o valor de 50 a 100 CNY (US$ 7 a 15) por dia, a ser pago aos guias e motoristas ao final do passeio, em yuan chinês. Lembrancinhas – cachecóis de lã de iaque, bandeiras de oração, joias, artesanato tradicional – são bem-vindas; pechinchar de forma educada é esperado nos mercados.
Outras despesas extras incluem lavanderia, lanches, ligações telefônicas e atividades opcionais, como visitas a museus. O seguro de viagem é opcional, mas é altamente recomendável que inclua cobertura para altitude e emergências. O viajante é responsável por arcar com custos imprevistos, como o custo de uma estadia extra no hotel em caso de atrasos de voo ou emergências.
A única moeda utilizada no Tibete é o yuan chinês (CNY); troque dinheiro em espécie em Katmandu ou saque em um caixa eletrônico em Lhasa com antecedência. Para uma viagem tranquila e agradável ao Tibete, o ideal é ter recursos para cobrir refeições, gorjetas, compras e pequenas despesas pessoais.
Linguagem e Comunicação
Uma viagem a Lhasa, no Tibete, não apresenta dificuldades com o idioma e a comunicação. O tibetano e o mandarim (Putonghua) são os principais idiomas falados em Lhasa. O dialeto nativo do tibetano, usado pela maioria dos moradores locais, é o dialeto de Lhasa, enquanto o mandarim é amplamente utilizado em repartições públicas, lojas e pela geração mais jovem.
O guia turístico fala inglês fluentemente e, em muitos casos, os funcionários do hotel também, o que facilita a comunicação. O inglês é pouco falado em outros setores da economia, e as placas geralmente estão escritas em alfabeto tibetano ou caracteres chineses.
É útil levar um endereço escrito em chinês ou um aplicativo de frases quando se viaja sozinho. É uma boa ideia aprender algumas saudações tibetanas, como o Tashi Delek, que significa olá ou boa sorte, como sinal de respeito. Em Lhasa, as crianças conseguem entender o básico do inglês e podem cumprimentar os turistas com um simpático "Olá".
Na maioria das vezes, a comunicação também não é um problema com um guia que fala inglês, e os viajantes não precisam saber tibetano ou chinês. Basta paciência, cortesia e o desejo de aprender os costumes locais.
De modo geral, não há nada que dificulte a comunicação pelo idioma, e aqueles que viajam no Tour Tibete-Lhasa podem passear, fazer compras e interagir culturalmente sem qualquer preocupação ou dificuldade.
Rede móvel, internet e pontos de carregamento
É possível, embora seja preciso planejar como se manter conectado durante uma viagem ao Tibete e Lhasa. Há conectividade móvel em Lhasa por meio de empresas chinesas como a China Mobile e a China Unicom.
Ao chegar, os turistas podem comprar um cartão SIM local, mas precisam se registrar com o passaporte. A internet e as chamadas nacionais funcionam bem, enquanto o roaming internacional é caro e instável. O Wi-Fi está disponível na maioria dos hotéis, mas pode ser lento ou instável.
A internet é censurada, assim como na China continental; Facebook, Google, WhatsApp e a maioria dos veículos de notícias são bloqueados. Turistas que precisam de uma conexão de internet completa devem instalar uma VPN antes de desembarcar.
O Tibete utiliza tomadas de 220 V dos tipos A, C e I (pino plano), portanto, visitantes dos EUA precisam de um adaptador e um conversor de voltagem. Recomenda-se fortemente o uso de baterias portáteis e baterias extras para a câmera, pois o número de pontos de recarga pode ser limitado ao explorar a cidade durante todo o dia.
Alguns turistas levam Wi-Fi em suas mochilas, mas a conexão é instável fora de Lhasa. Sendo proativo, você não perderá a oportunidade de se manter conectado com o grupo do Tour Tibet Lhasa, compartilhando fotos e se comunicando sem problemas técnicos.
Coisas que você NÃO deve fazer nesta viagem.
É importante observar as regras e práticas locais durante uma viagem a Lhasa, no Tibete. Não fotografe instalações militares, policiais ou governamentais sensíveis. Nunca fotografe pessoas sem o consentimento delas.
Preste respeito aos mosteiros tirando o chapéu e os sapatos, não tocando nas estátuas ou murais e caminhando no sentido horário ao redor das estupas. Não se deve pisar sobre bandeiras de oração e solo sagrado, nem apontar os pés para imagens de Buda ou pessoas.
Não grite nos templos, assoe o nariz em público e faça gestos educados ou doações quando necessário. Não se deve tocar nos monges nem dar dinheiro, e evite demonstrações de afeto em público perto de locais religiosos. Conversas sobre política, como a independência do Tibete ou o Dalai Lama, devem ser estritamente evitadas ao falar com os moradores locais.
Acompanhe sempre o grupo, siga as instruções do guia e nunca se aventure sozinho. Recolha o lixo, não vandalize templos ou monumentos e priorize a higiene: beba apenas água engarrafada ou fervida e não coma alimentos crus. Essas precauções garantirão uma experiência segura e culturalmente enriquecedora em sua viagem a Lhasa, no Tibete.
Festivais Culturais na Trilha
O Tour Tibete-Lhasa oferece aos turistas uma oportunidade rara de presenciar os ricos festivais culturais do Tibete, que são baseados no calendário lunar e têm suas datas alteradas anualmente. lotarO Ano Novo Tibetano (janeiro-fevereiro) é a festa mais difundida, onde as cidades são enfeitadas, as famílias se reúnem e rituais são realizados por toda Lhasa.
O festival budista mais religioso é chamado Saga Dawa (Abril-Maio) e é observado para honrar o nascimento, a iluminação e a morte de Buda; numerosos peregrinos caminham ao redor do Templo Jokhang e de importantes mosteiros durante este período, conhecido como kora.
Durante o verão, há o Filmado em festival (Geralmente ocorre em agosto, dependendo do calendário lunar) Festival da Ópera Tibetana tradicional, no qual é apresentada a ópera tibetana tradicional e acontece a dramática inauguração de Thangkas gigantes em Norbulingka. Milhares de lâmpadas com esculturas complexas de manteiga são acesas nos templos durante o Festival da Lâmpada de Manteiga (fevereiro), tornando o local mágico.
Outras atrações incluem o Festival do Banho em Jokhang (agosto-setembro) e o Festival de Orações de Monlam (janeiro-fevereiro). Embora não haja um festival significativo em uma época específica do ano, mesmo os viajantes em um tour pelo Tibete e Lhasa terão a experiência de ver peregrinos devotos se prostrando nos templos ou famílias fazendo oferendas.
Participar de qualquer cerimônia, dança ou ritual local complementa a viagem e proporciona uma compreensão da espiritualidade e da vida tibetana. O passeio, combinado com os festivais, é imersivo e memorável, permitindo ao viajante ter uma verdadeira visão da cultura tibetana viva.
Dicas para visitantes de primeira viagem
A excursão ao Tibete a partir de Lhasa deve ser bem planejada para facilitar a experiência de quem visita o Tibete pela primeira vez. Vestir-se em camadas é essencial: leve jaquetas quentes, luvas e gorros para o frio e roupas leves para o calor.
Para visitar templos, é necessário usar calçado resistente para caminhada. É importante manter-se hidratado com água engarrafada a 3,650 metros de altitude, e alguns recursos, como gengibre ou comprimidos específicos, podem tornar a altitude menos desconfortável.
Leve sempre consigo um pouco de yuan chinês para refeições, lembrancinhas ou gorjetas, e guarde dinheiro extra e documentos de viagem no cofre do hotel. Leve fotos 3x4 e cópias de documentos. Familiarize-se com as regras básicas de etiqueta tibetana: cumprimente os locais com um aperto de mão, tire os sapatos antes de entrar em templos ou casas e seja respeitoso em locais religiosos.
Comece com refeições leves, dando preferência a chá de cevada tibetano ou sopas para manter a energia. Aplique protetor solar com alto fator de proteção e use óculos de sol, pois o sol queima rapidamente em altitudes elevadas.
Adaptadores de tomada e baterias portáteis podem ajudar a carregar dispositivos eletrônicos. Com um bom planejamento e as instruções do guia, prestando atenção aos sinais do seu corpo e encarando o processo e a viagem com paciência e respeito, mesmo quem visita o Tibete pela primeira vez pode ter uma experiência tranquila, culturalmente enriquecedora e memorável no Tour por Lhasa.